O objetivo deste artigo é tornar acessível o conhecimento da articulação do ombro, de maneira ampla e pouco cansativa, visando uma melhor compreensão dos problemas desta articulação.
Anatomia do Ombro
A anatomia do ombro é bastante complexa, devido ao seu grau de instabilidade e grande arco de movimento que realiza. Para compreendermos melhor esta articulação devemos conhecer inicialmente sua anatomia.
O ombro possui várias estruturas ósseas, ligamentares, tendinosas e musculares, sendo dividas nas seguintes estruturas:
-ósseas- úmero, escapula (coracoide, acrômio e glenoide) e clavícula;
-ligamentares- gleno-umerais(anterior e posterior), coraco-acromial e coraco-clavicular (trapezóide e conoide);
-musculo-tendineas- manguito rotador (supra-espinhal, infra-espinhal, subescapular e redondo menor), deltóide, romboides e bíceps (cabeça longa principalmente), estruturas estas protegidas parcialmente pelas bursas sub-acromial e sub-deltoidea.
Patologias do Ombro
O ombro é acometido por diversas patologias com características peculiares a região articular que acomete:
-bursa- bursites;
-tendões- tendinites, rupturas, síndrome do impacto e calcificações;
-ligamentos- instabilidade e luxações;
-osso- fraturas;
-articular- artrose e artrite.
O grande problema destas patologias é o grau de incapacidade que exerce sobre o paciente, por provocar fortes dores e imobilidade articular.
Diagnóstico
Os princípios básicos para o diagnóstico das patologias do ombro são:
-historia clinica completa;
-identificação de sinais e sintomas que auxiliam na descoberta da patologia;
-exame físico detalhado;
-utilização de exames complementares (radiografia, ultrassom, tomografia, ressonância)
Tratamento
O tratamento das patologias que acometem o ombro são bastante diversos, que vão desde uso de imobilizações (tipóia, “8” e gesso), cirurgias (abertas e artroscopia) e fisioterapia, porém a melhor forma de tomar conhecimento das patologias e seu tratamento especifico é consultar um ortopedista especialista em ombro para solicitar maiores esclarecimentos.
Até breve,
@Gregnani85
Fonte: http://www.webrun.com.br/triathlon/n/conheca-as-lesoes-que-atingem-o-ombro/12743
sábado, 1 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Cuidados com o coração
Dia 29 de setembro foi o Dia Mundial do Coração, data instituída pela Federação Mundial do Coração – World Heart Federation – para incentivar ações de prevenção contra os malefícios coronários. As campanhas visam conscientizar a população – atletas ou sedentários – não apenas sobre a realização de exames preventivos, mas também quanto à adoção de hábitos alimentares saudáveis e a prática esportiva.
“É uma data para reforçar as ações de prevenção”, conta o Dr. Marcelo Cantarelli, cardiologista da Angiocardio e diretor da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista. O Dr. Marcelo lembra que o número de mortes por enfarto em mulheres no mundo é seis vezes maior do que por câncer de mama. “É a segunda causa de morte no País, 300 mil pessoas por ano morrem de enfarto de miocárdio no Brasil. No mundo são mais de 17 milhões”.
Segundo o doutor, o primeiro passo que uma pessoa deve dar no Dia Mundial do Coração é se perguntar “O que eu já fiz pelo meu coração?”, como explica ele. “Muitas doenças não são detectadas até estarem em um estágio avançado. É um órgão interno, às vezes tem algo errado, mas não está aparente”, diz o Dr. Marcelo.
Hoje em dia, a procura pelos exames antes do início de uma prática esportiva é mais comum no Brasil. “Há uma educação maior quanto a isso, o brasileiro já criou essa cultura”, comenta o médico.
“A primeira coisa é ir ao médico para medir se o coração é saudável como se pensa”, afirma. Para quem já pratica atividade física, o recomendado é que nesse exame seja realizado um teste de esforço físico para saber se o coração responde normalmente à demanda do corpo.
O cardiologista alerta para quem resolve começar a correr sem conhecer sua condição. “O teste é que pode dizer se ele pode correr”, esclarece. Um teste ergométrico avalia as reações cardiovasculares do indivíduo, como pressão, frequência cardíaca e possíveis arritmias.
A partir desse momento, caso não apresente irregularidades e nem fatores de risco – como pressão alta, obesidade, sedentarismo, estresse, colesterol alto, diabetes, tabagismo ou herança familiar – a pessoa pode começar a prática das atividades físicas. Em caso contrário, evidentemente, deve se iniciar o combate ao fator de risco em questão.
Exercícios são aliados do coração - Para o Dr. Marcelo, hábitos saudáveis são fundamentais para o bom funcionamento do órgão. “Cuidados com a alimentação e atividade física regular auxiliam no combate aos fatores de risco”, conta o médico.
A prática de exercícios regula a pressão, diminui o grau de glicemia, combate a obesidade, o stress e auxilia na substituição de vícios, como o tabagismo. “A pessoa substitui o vício no cigarro pelo vício saudável em endorfina – o hormônio liberado pela atividade física que dá prazer”, esclarece.
Não é necessário ser um superatleta para reduzir os riscos. “Uma caminhada de no mínimo 30 minutos por dia, três vezes por semana, já é o suficiente para uma pessoa não ser considerada sedentária”, explica Dr. Marcelo.
Alimentação não precisa ser radical - Uma alimentação balanceada não é sinônimo de comida sem sabor. “O mais importante é que a pessoa tenha conhecimento do que é bom e do que é ruim para o organismo”, comenta o especialista. O médico acrescenta que é preciso ter a consciência do que não faz bem e saber dosar, sem ser radical. “Não precisa deixar de comer a pizza no final de semana”, brinca o doutor.
“É só saber que comidas tem excesso de gorduras saturadas e evitar abusos de sal ou açúcar”, conta ele. Uma alimentação que inclua legumes, verduras, grãos e cereais é o mais indicado. Carnes e massas são permitidas, mas deve-se evitar as mais gordurosas ou que levem muito molho. “Prefira uma carne grelhada a um strogonoff”, comenta.
Azeite e castanhas são mais calóricos – não indicados para quem quer emagrecer - mas extremamente saudáveis para o coração. “Basta incluí-los na sua alimentação. Pouco a pouco você vai se reeducando”, conclui o cardiologista.
Até breve,
@Gregnani85
Fonte: http://www.webrun.com.br/home/n/conheca-dicas-para-manter-a-saude-do-seu-coracao/12766
“É uma data para reforçar as ações de prevenção”, conta o Dr. Marcelo Cantarelli, cardiologista da Angiocardio e diretor da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista. O Dr. Marcelo lembra que o número de mortes por enfarto em mulheres no mundo é seis vezes maior do que por câncer de mama. “É a segunda causa de morte no País, 300 mil pessoas por ano morrem de enfarto de miocárdio no Brasil. No mundo são mais de 17 milhões”.
Segundo o doutor, o primeiro passo que uma pessoa deve dar no Dia Mundial do Coração é se perguntar “O que eu já fiz pelo meu coração?”, como explica ele. “Muitas doenças não são detectadas até estarem em um estágio avançado. É um órgão interno, às vezes tem algo errado, mas não está aparente”, diz o Dr. Marcelo.
Hoje em dia, a procura pelos exames antes do início de uma prática esportiva é mais comum no Brasil. “Há uma educação maior quanto a isso, o brasileiro já criou essa cultura”, comenta o médico.
“A primeira coisa é ir ao médico para medir se o coração é saudável como se pensa”, afirma. Para quem já pratica atividade física, o recomendado é que nesse exame seja realizado um teste de esforço físico para saber se o coração responde normalmente à demanda do corpo.
O cardiologista alerta para quem resolve começar a correr sem conhecer sua condição. “O teste é que pode dizer se ele pode correr”, esclarece. Um teste ergométrico avalia as reações cardiovasculares do indivíduo, como pressão, frequência cardíaca e possíveis arritmias.
A partir desse momento, caso não apresente irregularidades e nem fatores de risco – como pressão alta, obesidade, sedentarismo, estresse, colesterol alto, diabetes, tabagismo ou herança familiar – a pessoa pode começar a prática das atividades físicas. Em caso contrário, evidentemente, deve se iniciar o combate ao fator de risco em questão.
Exercícios são aliados do coração - Para o Dr. Marcelo, hábitos saudáveis são fundamentais para o bom funcionamento do órgão. “Cuidados com a alimentação e atividade física regular auxiliam no combate aos fatores de risco”, conta o médico.
A prática de exercícios regula a pressão, diminui o grau de glicemia, combate a obesidade, o stress e auxilia na substituição de vícios, como o tabagismo. “A pessoa substitui o vício no cigarro pelo vício saudável em endorfina – o hormônio liberado pela atividade física que dá prazer”, esclarece.
Não é necessário ser um superatleta para reduzir os riscos. “Uma caminhada de no mínimo 30 minutos por dia, três vezes por semana, já é o suficiente para uma pessoa não ser considerada sedentária”, explica Dr. Marcelo.
Alimentação não precisa ser radical - Uma alimentação balanceada não é sinônimo de comida sem sabor. “O mais importante é que a pessoa tenha conhecimento do que é bom e do que é ruim para o organismo”, comenta o especialista. O médico acrescenta que é preciso ter a consciência do que não faz bem e saber dosar, sem ser radical. “Não precisa deixar de comer a pizza no final de semana”, brinca o doutor.
“É só saber que comidas tem excesso de gorduras saturadas e evitar abusos de sal ou açúcar”, conta ele. Uma alimentação que inclua legumes, verduras, grãos e cereais é o mais indicado. Carnes e massas são permitidas, mas deve-se evitar as mais gordurosas ou que levem muito molho. “Prefira uma carne grelhada a um strogonoff”, comenta.
Azeite e castanhas são mais calóricos – não indicados para quem quer emagrecer - mas extremamente saudáveis para o coração. “Basta incluí-los na sua alimentação. Pouco a pouco você vai se reeducando”, conclui o cardiologista.
Até breve,
@Gregnani85
Fonte: http://www.webrun.com.br/home/n/conheca-dicas-para-manter-a-saude-do-seu-coracao/12766
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Em caso de "dor nas costas", continue se exercitando!
Em caso de dor nas costas, movimente-se. De acordo com pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, pacientes com lombalgia aguda que foram orientados a permanecer ativos — apesar da dor —, se recuperaram melhor do que aqueles que diminuíram sua atividade por causa da dor.
Durante o levantamento de dados, foram analisados 109 pacientes com lombalgia aguda. Eles foram, então, divididos em dois grupos: aqueles que ficaram ativos, independente da dor sentida, e aqueles que tiveram de ajustar a atividade em função da dor. Os voluntários mantiveram ainda um diário por sete dias, onde anotavam quantos passos davam por dia, o quanto conseguiam realizar as atividades do dia-a-dia e como eles se sentiam fisicamente. Eles ainda completaram um formulário que indicava se estavam depressivos.
Apesar de apresentar mais dores, o grupo que se manteve o mais ativo possível recuperou-se mais brevemente e não se sentiu deprimido no fim do estudo. "O outro grupo, orientado a ajustar suas atividades à dor, tinha menos mobilidade e se sentiu um pouco mais deprimido", diz Olaya-Contreras, pesquisadora da Universidade de Gotemburgo.
De acordo com Olaya, a diferença pode acontecer porque algumas pessoas que estão deprimidas e com dor acabam vivendo a dor de maneira mais aguda. Uma outra explicação seria que quanto mais aguda a dor é percebida, menos a pessoa quer ou é capaz de se mover.
"Acredito que em casos de lombalgia aguda, o melhor é tentar continuar tão ativo quanto possível, e fazer as atividades diárias o melhor que se conseguir. Se você não permanecer se movendo, é fácil entrar num círculo vicioso. Isso porque a inatividade combinada à dor pode, no pior cenário, se transformar em uma incapacitação em longo termo e em inabilidade para trabalhar — o que pode levar à depressão e a mais dor."
As lombalgias agudas afetam mais de 80% das pessoas em idade profissional em algum momento da vida, embora a maioria melhore. A dor lombar pode ser recorrente. De 85% a 90% dos casos, a dor não pode ser atribuída a uma doença específica ou lesão.
Até breve,
@Gregnani85
Fonte:http://www.educacaofisica.com.br/noticias/para-dor-nas-costas-o-melhor-e-se-manter-ativo
Durante o levantamento de dados, foram analisados 109 pacientes com lombalgia aguda. Eles foram, então, divididos em dois grupos: aqueles que ficaram ativos, independente da dor sentida, e aqueles que tiveram de ajustar a atividade em função da dor. Os voluntários mantiveram ainda um diário por sete dias, onde anotavam quantos passos davam por dia, o quanto conseguiam realizar as atividades do dia-a-dia e como eles se sentiam fisicamente. Eles ainda completaram um formulário que indicava se estavam depressivos.
Apesar de apresentar mais dores, o grupo que se manteve o mais ativo possível recuperou-se mais brevemente e não se sentiu deprimido no fim do estudo. "O outro grupo, orientado a ajustar suas atividades à dor, tinha menos mobilidade e se sentiu um pouco mais deprimido", diz Olaya-Contreras, pesquisadora da Universidade de Gotemburgo.
De acordo com Olaya, a diferença pode acontecer porque algumas pessoas que estão deprimidas e com dor acabam vivendo a dor de maneira mais aguda. Uma outra explicação seria que quanto mais aguda a dor é percebida, menos a pessoa quer ou é capaz de se mover.
"Acredito que em casos de lombalgia aguda, o melhor é tentar continuar tão ativo quanto possível, e fazer as atividades diárias o melhor que se conseguir. Se você não permanecer se movendo, é fácil entrar num círculo vicioso. Isso porque a inatividade combinada à dor pode, no pior cenário, se transformar em uma incapacitação em longo termo e em inabilidade para trabalhar — o que pode levar à depressão e a mais dor."
As lombalgias agudas afetam mais de 80% das pessoas em idade profissional em algum momento da vida, embora a maioria melhore. A dor lombar pode ser recorrente. De 85% a 90% dos casos, a dor não pode ser atribuída a uma doença específica ou lesão.
Até breve,
@Gregnani85
Fonte:http://www.educacaofisica.com.br/noticias/para-dor-nas-costas-o-melhor-e-se-manter-ativo
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Suplementação com Carnitina
A L-carnitina tem sido utilizada como um suplemento alimentar destinado a queima de gordura, estando presente nas formulações denominadas termogênicas.A relação da carnitina com o metabolismo dos ácidos graxos se dá por conta desse composto integrar um complexo que transfere os lipidios do citosol da célula para a mitocôndria, aonde acontece a maior parte da produção de energia da via aeróbia.
Os defensores da utilização da carnitina baseiam-se na hipótese de que uma maior quantidade de carnitina dentro das células musculares aumentaria a oxidação dos lipidios durante o exercício, assim como durante o período de repouso.
Essa hipótese não encontra respaldo na literatura científica, já que a grande maioria dos estudos em que é administrada a carnitina de forma isolada, não demonstra diferenças estatísticas significantes dos parâmetros metabólicos como as concentrações de acidos graxos livres, por exemplo.De forma semelhante, parâmetros antropométricos como peso corporal, percentual de gordura e o IMC também não demonstram grandes variações quando se compara grupos que utilizaram deste suplemento e praticaram exercícios e grupos que só realizaram exercícios fisicos.
A justificativa fisiológica para esta dificuldade de comprovar a eficácia da carnitina como termogênico pode residir no fato dessa substância não interferir em outros processos que desempenham função importante na maior oxidação de gorduras, como a quantidade das proteínas transportadoras de lipidios (FABPc), por exemplo, ou interferir na disponibilidade de ácidos graxos livres em repouso.
Assim, parece que a carnitina é um componente do metabolismo lipídico, porém sua concentração não é o fator “chave” para promover uma maior oxidação de gorduras, já que foi demonstrado por pesquisas que obesos mórbidos tem uma quantidade de carnitina 2 vezes maior que os controles com IMC menor que 25.
Em contrapartida, sabe-se que a concentração de carnitina declina com a idade e pode ser menor em pessoas que adotam dietas vegetarianas, pois alguns dos compostos necessários para a síntese de carnitina provém de fontes animais.É possível que para essas populações, uma suplementação com carnitina possa suprir essa deficiência, e especifcamente nestes casos tenha uma aplicação prática interessante.
Até breve,
@Gregnani85
Referências: The supplementation of L-carnitine does not promote alterations in the resting metabolic rate and in the use of energetic substrates in physically active individuals.FARIA COELHO,CHRISTIANE etal
Exercício, Emagrecimento e Intensidade do Treinamento
Luiz Carlos Carnevali Junior
Os defensores da utilização da carnitina baseiam-se na hipótese de que uma maior quantidade de carnitina dentro das células musculares aumentaria a oxidação dos lipidios durante o exercício, assim como durante o período de repouso.
Essa hipótese não encontra respaldo na literatura científica, já que a grande maioria dos estudos em que é administrada a carnitina de forma isolada, não demonstra diferenças estatísticas significantes dos parâmetros metabólicos como as concentrações de acidos graxos livres, por exemplo.De forma semelhante, parâmetros antropométricos como peso corporal, percentual de gordura e o IMC também não demonstram grandes variações quando se compara grupos que utilizaram deste suplemento e praticaram exercícios e grupos que só realizaram exercícios fisicos.
A justificativa fisiológica para esta dificuldade de comprovar a eficácia da carnitina como termogênico pode residir no fato dessa substância não interferir em outros processos que desempenham função importante na maior oxidação de gorduras, como a quantidade das proteínas transportadoras de lipidios (FABPc), por exemplo, ou interferir na disponibilidade de ácidos graxos livres em repouso.
Assim, parece que a carnitina é um componente do metabolismo lipídico, porém sua concentração não é o fator “chave” para promover uma maior oxidação de gorduras, já que foi demonstrado por pesquisas que obesos mórbidos tem uma quantidade de carnitina 2 vezes maior que os controles com IMC menor que 25.
Em contrapartida, sabe-se que a concentração de carnitina declina com a idade e pode ser menor em pessoas que adotam dietas vegetarianas, pois alguns dos compostos necessários para a síntese de carnitina provém de fontes animais.É possível que para essas populações, uma suplementação com carnitina possa suprir essa deficiência, e especifcamente nestes casos tenha uma aplicação prática interessante.
Até breve,
@Gregnani85
Referências: The supplementation of L-carnitine does not promote alterations in the resting metabolic rate and in the use of energetic substrates in physically active individuals.FARIA COELHO,CHRISTIANE etal
Exercício, Emagrecimento e Intensidade do Treinamento
Luiz Carlos Carnevali Junior
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Exercícios físicos ajudam no combate à cefaleia tensional
A cefaleia tensional é o tipo mais comum de dor de cabeça. Especialistas estimam que quase 90% das mulheres e aproximadamente 70% dos homens sofreram ou sofrerão dela em algum momento de suas vidas.
Ao contrário da enxaqueca, que na maior parte das vezes surge durante a adolescência, a cefaleia tensional geralmente começa na vida adulta.
A causa exata da cefaleia tensional é ainda desconhecida. Há muito tempo se acreditou que elas eram causadas por tensão muscular ao redor da cabeça e pescoço. No entanto, embora a tensão muscular possa estar envolvida, há muitas formas de cefaleia tensional e alguns cientistas acreditam que não há uma única causa para este tipo de dor de cabeça.
Em muitos casos, os pesquisadores descobriram que pacientes com queixa de dores de cabeça frequentes, também apresentam graus variados de depressão, ansiedade e preocupação. O nome "cefaleia tensional", portanto, pode ser dito para descrever uma resposta do organismo às tensões e pressões emocionais, ao invés de apenas tensão muscular excessiva e consequente constrição das artérias do couro cabeludo, como já foi amplamente presumida.
O bruxismo (ranger os dentes), também propicia a cefaleia tensional, por provocar uma contração crônica do músculo temporal. Outras causas incluem: a fadiga ocular, má postura, cansaço, uso de álcool, fumo excessivo, uso excessivo de cafeína, sinusite, congestão nasal, esforço excessivo, resfriados e gripes.
Geralmente, ela começa no período da tarde ou da noite de um dia estressante. Com duração entre uma e seis horas. Ela costuma se apresentar como uma dor de cabeça com pressão na base do crânio ou em uma "faixa" , de intensidade leve a moderada, com uma sensação de tensão nos ombros e na parte traseira do pescoço.
Ao contrário da enxaqueca, a dor tende a ser de ambos os lados da cabeça e não é agravada pela atividade de rotina. Ao contrário da enxaqueca, habitualmente, não existem outros sintomas. Apesar destas diferenças, é sabido que as pessoas com cefaleia tensional regular, muitas vezes, têm enxaqueca coexistente.
E como podemos combatê-la?
O exercício físico regular, técnicas de controle do estresse, acupuntura, shiatsu, pilates, alimentação equilibrada e fazer pausas regulares das telas de computador e do trabalho são algumas maneiras de ajudar a reduzir a cefaleia tensional.
No entanto, se as dores de cabeça se tornarem mais intensas ou se estiver fazendo uso de analgésicos regularmente, é hora de consultar um médico.
Até breve,
@Gregnani85
Fonte: http://www.educacaofisicaa.net/2011/08/exercicios-fisicos-ajudam-no-combate.html
Ao contrário da enxaqueca, que na maior parte das vezes surge durante a adolescência, a cefaleia tensional geralmente começa na vida adulta.
A causa exata da cefaleia tensional é ainda desconhecida. Há muito tempo se acreditou que elas eram causadas por tensão muscular ao redor da cabeça e pescoço. No entanto, embora a tensão muscular possa estar envolvida, há muitas formas de cefaleia tensional e alguns cientistas acreditam que não há uma única causa para este tipo de dor de cabeça.
Em muitos casos, os pesquisadores descobriram que pacientes com queixa de dores de cabeça frequentes, também apresentam graus variados de depressão, ansiedade e preocupação. O nome "cefaleia tensional", portanto, pode ser dito para descrever uma resposta do organismo às tensões e pressões emocionais, ao invés de apenas tensão muscular excessiva e consequente constrição das artérias do couro cabeludo, como já foi amplamente presumida.
O bruxismo (ranger os dentes), também propicia a cefaleia tensional, por provocar uma contração crônica do músculo temporal. Outras causas incluem: a fadiga ocular, má postura, cansaço, uso de álcool, fumo excessivo, uso excessivo de cafeína, sinusite, congestão nasal, esforço excessivo, resfriados e gripes.
Geralmente, ela começa no período da tarde ou da noite de um dia estressante. Com duração entre uma e seis horas. Ela costuma se apresentar como uma dor de cabeça com pressão na base do crânio ou em uma "faixa" , de intensidade leve a moderada, com uma sensação de tensão nos ombros e na parte traseira do pescoço.
Ao contrário da enxaqueca, a dor tende a ser de ambos os lados da cabeça e não é agravada pela atividade de rotina. Ao contrário da enxaqueca, habitualmente, não existem outros sintomas. Apesar destas diferenças, é sabido que as pessoas com cefaleia tensional regular, muitas vezes, têm enxaqueca coexistente.
E como podemos combatê-la?
O exercício físico regular, técnicas de controle do estresse, acupuntura, shiatsu, pilates, alimentação equilibrada e fazer pausas regulares das telas de computador e do trabalho são algumas maneiras de ajudar a reduzir a cefaleia tensional.
No entanto, se as dores de cabeça se tornarem mais intensas ou se estiver fazendo uso de analgésicos regularmente, é hora de consultar um médico.
Até breve,
@Gregnani85
Fonte: http://www.educacaofisicaa.net/2011/08/exercicios-fisicos-ajudam-no-combate.html
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Limitações na utilização do IMC
A relação entre o IMC e o risco de doenças e mortalidade é bem conhecida de todos e o índice de massa corporal se tornou um dos métodos mais conhecidos e difundidos de avaliar se uma pessoa está dentro do peso ideal ou não.O IMC trabalha com 2 variáveis, estatura e peso corporal, de onde se produz uma relação que classifica as pessoas basicamente em 4 categorias: “abaixo de peso”, “dentro do peso”, “sobrepeso” e “obesidade”.
O estudo que serve de base para esse post analisou pessoas caracterizadas como obesas pelo IMC (valor acima de 30) em uma nova metodologia denominada “EOSS”, que leva em conta outros fatores relacionados ao estilo de vida e marcadores metabólicos.
A conclusão do estudo foi que nem todos os indivíduos classificados como obesos segundo o IMC precisavam realmente emagrecer por apresentar um maior risco de morte, já que a composição corporal e os parâmetros metabólicos apresentam uma relação muito mais fidedigna com os indicadores de mortalidade do que a simples relação entre peso e altura.
Dessa forma, é importante que os profissionais da área da saúde tenham consciência e conscientizem as pessoas que o peso corporal não deve ser o único foco de preocupação quando pensamos em ter e/ou proporcionar uma melhor qualidade de vida.
Outra conclusão que poderíamos extrair dessas pesquisas é que uma abordagem multidisciplinar é sempre a melhor opção, pois a nova metodologia inclui uma parte de exames clínicos, uma análise alimentar adequada e análise de dados antropométricos e de composição corporal, englobando e requerendo a interação de profissionais da área da saúde de diferentes especialidades.
Até breve,
@Gregnani85
Referência:http://www.educacaofisica.com.br/noticias/nem-toda-pessoa-com-imc-alto-precisa-emagrecer-diz-estudo
O estudo que serve de base para esse post analisou pessoas caracterizadas como obesas pelo IMC (valor acima de 30) em uma nova metodologia denominada “EOSS”, que leva em conta outros fatores relacionados ao estilo de vida e marcadores metabólicos.
A conclusão do estudo foi que nem todos os indivíduos classificados como obesos segundo o IMC precisavam realmente emagrecer por apresentar um maior risco de morte, já que a composição corporal e os parâmetros metabólicos apresentam uma relação muito mais fidedigna com os indicadores de mortalidade do que a simples relação entre peso e altura.
Dessa forma, é importante que os profissionais da área da saúde tenham consciência e conscientizem as pessoas que o peso corporal não deve ser o único foco de preocupação quando pensamos em ter e/ou proporcionar uma melhor qualidade de vida.
Outra conclusão que poderíamos extrair dessas pesquisas é que uma abordagem multidisciplinar é sempre a melhor opção, pois a nova metodologia inclui uma parte de exames clínicos, uma análise alimentar adequada e análise de dados antropométricos e de composição corporal, englobando e requerendo a interação de profissionais da área da saúde de diferentes especialidades.
Até breve,
@Gregnani85
Referência:http://www.educacaofisica.com.br/noticias/nem-toda-pessoa-com-imc-alto-precisa-emagrecer-diz-estudo
domingo, 25 de setembro de 2011
Relação entre a duração do treinamento e emagrecimento
A ciência vem demonstrando de diversas formas as vantagens de treinamentos de alta intensidade e curta duração sobre treinamentos de intensidade mais baixa e duração mais longa para promover emagrecimento.
Desta vez, um estudo australiano comparou os resultados de perda de peso em mulheres que se exercitavam por períodos longos com intensidade baixa e períodos curtos com intensidades elevadas.Os resultados demonstraram uma perda de peso por parte do grupo de alta intensidade, enquanto que o grupo de mulheres que realizava o trabalho mais longo ganhou 500 gramas em relação a pesagem inicial pré-teste.
Uma possível explicação para essa diferença seria os efeitos de exercícios de diferentes intensidades sobre o apetite, pois exercícios de intensidade baixa e longa duração aumentam a secreção do hormônio grelina, que é um potente estimulador da fome.De forma oposta, sabe-se que os exercícios de alta intensidade promovem um aumento na secreção de hormônios anorexígenos, como por exemplo a leptina.
Além da questão da regulação do apetite, deve-se considerar que o exercício de alta intensidade promove um aumento maior nas enzimas responsáveis pela oxidação de gordura, por exemplo a AMPK,além de promover um aumento de proteínas responsáveis por sinalizar genéticamente a criação de novas mitocôndrias.
É importante ressaltar que apesar de toda a superioridade do trabalho de alta intensidade, é importante adotar cautelas quando da prescrição desse tipo de trabalho para pessoas que estão iniciando a prática de exercícios, pois também é fato que uma maior intensidade de trabalho também aumenta a vulnerabilidade a possíveis lesões em populações com pouco condicionamento físico.
Até breve,
@Gregnani85
Referências: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/estudos-mostram-que-passar-horas-malhando-pode-ate-engordar
Effect of exercise intensity on skeletal muscle malonyl-CoA and acetyl-CoA carboxylase.Rassmussem,B.B;Winder,W.W
Exercício, Emagrecimento e Intensidade de treinamento
Luiz Carlos Carnevali Jr.
Desta vez, um estudo australiano comparou os resultados de perda de peso em mulheres que se exercitavam por períodos longos com intensidade baixa e períodos curtos com intensidades elevadas.Os resultados demonstraram uma perda de peso por parte do grupo de alta intensidade, enquanto que o grupo de mulheres que realizava o trabalho mais longo ganhou 500 gramas em relação a pesagem inicial pré-teste.
Uma possível explicação para essa diferença seria os efeitos de exercícios de diferentes intensidades sobre o apetite, pois exercícios de intensidade baixa e longa duração aumentam a secreção do hormônio grelina, que é um potente estimulador da fome.De forma oposta, sabe-se que os exercícios de alta intensidade promovem um aumento na secreção de hormônios anorexígenos, como por exemplo a leptina.
Além da questão da regulação do apetite, deve-se considerar que o exercício de alta intensidade promove um aumento maior nas enzimas responsáveis pela oxidação de gordura, por exemplo a AMPK,além de promover um aumento de proteínas responsáveis por sinalizar genéticamente a criação de novas mitocôndrias.
É importante ressaltar que apesar de toda a superioridade do trabalho de alta intensidade, é importante adotar cautelas quando da prescrição desse tipo de trabalho para pessoas que estão iniciando a prática de exercícios, pois também é fato que uma maior intensidade de trabalho também aumenta a vulnerabilidade a possíveis lesões em populações com pouco condicionamento físico.
Até breve,
@Gregnani85
Referências: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/estudos-mostram-que-passar-horas-malhando-pode-ate-engordar
Effect of exercise intensity on skeletal muscle malonyl-CoA and acetyl-CoA carboxylase.Rassmussem,B.B;Winder,W.W
Exercício, Emagrecimento e Intensidade de treinamento
Luiz Carlos Carnevali Jr.
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